Especialista em Autoestima ensina a mulher a se valorizar

Especialista em Autoestima ensina a mulher a se valorizar

Divulgação

Imagine alguém que vigia a autoestima durante os 365 dias do ano. Depois, pense que essa pessoa escreveu um livro para ajudar (principalmente as mulheres) a se reencontrarem e se amarem mais. Sim, essa é Gisela Rao, escritora e especialista em autoestima.


A autora do livro “Não comi, não Rezei, mas me Amei” da Editora Matrix, mantém um blog campeão de acessos para trocar experiências sobre o seu movimento chamado VAE, Vigilantes da Autoestima. Ela também organiza encontros mensais com as leitoras para que todas aprendam a arte de passar por cima das dificuldades da vida, se amando sempre. E recebeu nossa reportagem, com exclusividade, para contar como é isso.


Com tanto tempo de estudo em campo, qual o fator que mais detona a autoestima feminina hoje?


Pelas pesquisas que fiz com mil mulheres, ainda é a autoimagem e os relacionamentos. Autoimagem porque nos julgamos demais, nos depreciamos demais e nos comparamos demais com outras (principalmente as das revistas). Nos relacionamentos, porque muitas mulheres estão sozinhas e se sentem frustradas ou porque estão em relacionamentos 'meia-boca' (por medo de ficarem sem ninguém).


Quantos encontros do VAE você já realizou? Quantos já ajudou com seu movimento?


Já realizamos mais de 30 encontros. O Blog do Vigilantes da AutoEstima tem mais de 4 milhões de acessos e tenho cerca de 17.000 comentários e emails de gente que melhorou sua vida com o movimento.


Você diria que o VAE é uma missão?


Bom, quando eu tinha 34 anos, o astrólogo Oscar Quiroga disse que eu encontraria minha missão aos 44 (justamente o ano em que coloquei o blog no ar). Mas considero a minha missão porque desde que comecei esse movimento meu vazio existencial sumiu e me sinto realizada como pessoa. Ajudar os outros não tem mesmo preço. O VAE é a coisa mais importante da minha vida. É onde carrego as baterias da minha alma e do meu emocional.


Quais seus novos projetos para o crescimento do movimento?


Começar a filmar os encontros para mais gente poder ver (no Brasil!) e realizar um ciclo de palestras sobre o minha experiência vigiando minha autoestima por um ano.


Como ser uma vigilante da autoestima?


Olhando pra dentro e sendo sincera, analise o que te incomoda e seja coerente. Não se compare com os outros porque eles com certeza estarão fazendo isso também. Seja feliz em sua essência e com toda a força do mundo. Não se faça de vítima, não liste suas infelicidades mas sim, siga em frente, com otimismo, pensando positivo e vendo o lado bom das coisas, com bom humor, sempre!

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