Lista do Procon mostra lojas virtuais a serem evitadas

Visando proteger o consumidor nas compras de final de ano, o Procon divulgou nesta quarta-feira (28) uma relação com 200 sites de vendas que devem ser evitados pelos consumidores.

Os nomes citados no documento foram selecionados de acordo com reclamações registradas por compradores. Entre as principais reclamações, se encontram itens como baixa qualidade, falta de entrega do produto comercializado e ausência de respostas sobre dúvidas.

Como boa parte das páginas não puderam ser encontradas pelo órgão nos dados da Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR (que registra os domínios do país), o Procon não tem como resolver tais problemas.

Diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes falou sobre o assunto:

"Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte essa lista, antes de fechar uma compra pela internet, para evitar o prejuízo."

Dos 200 sites citados na relação, a maior parte já está offline. Para conferir a lista completa, que não consta com páginas de grande visibilidade, clique aqui.

Esta não foi a primeira ação de destaque do Procon a respeito do tema nos últimos dias. Na sexta-feira passada (23), o orgão notificou as lojas Ponto Frio, Submarino, Americanas.com, Extra (lojas físicas e virtual), WalMart, Fast Shop e Saraiva por maquiagem de preços e conduta indevida. Para simular descontos, os preços das mercadorias foram elevados dias antes da promoção, voltando ao seu preço normal na Black Friday.

Toda ação de conscientização do consumidor é válida, especialmente em setores emergentes e ainda desconhecidos por boa parte da população, como o e-commerce.

Fonte: UOL

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